quinta-feira, 29 de maio de 2008
Emoção e Esporte
Direção: Pedro Freiberger
Ator Barbudão: Eduardo Karasiak
Ator Indiano: Fabio S. Sung (ou S. Souza)
Ajuda moral: Leonardo Koneski e Felipe F. Sauer
Figurino: Larissa (Sobrenome dela aqui)
Encheção de saco e atrapalhamentos em geral: Emilio Monteiro
Câmera: Victor
Iluminação: Irazê
Roteiro: (Não quis ser identificado)
Orientação: Profª Silvania Siebert
Category: Comedy
terça-feira, 13 de maio de 2008
Personagens do Futebol
segunda-feira, 12 de maio de 2008
O Manual da Vida
Esse ai é o primeiro post do blog dele, pra situar nos humanos nesse novo universo. Ele diz que vai voltar a produzir e postar aqui também, esperamos que sim!
O bom humor é garantido!! Influênciado pelos dias vividos como um maldito punk inglês, a vida se tornou sua vítima... Divirta-se.
Para conferir mais visite "O Manual da Vida"
Oi!

Oi, eu sou o Dani : D, faço tirinhas e sou insultado todos os dias, talvez justamente por fazer tirinhas.
Eu tinha planos de criar uma tirinha nova todos os dias e consequentemente, atualizar o blog diariamente, no entanto a tirinha de hoje me tomou incríveis 5h, é claro que minha incapacidade mental e física ajudaram a aumentar o tempo do processo. E, por mais improvável que pareça, eu tenho uma vida lá fora! :/, então sei lá, tentarei postar em dias pares, ou então 3 por semana, sei lá, sei lá : D
Antes de me xingar de alguma outra coisa, o nome desse Blog fará sentido no decorrer da história, não vou explicar pra não perder a graça.
Bem, é isso, essa foi a primeira que fiz TODSINHA em phophoshop, não tem nada de mais, só queria brincar um pouco e mostrar que posso criar coisas não só ofensivas à mente como também ofensiva aos olhos.
Aé!!! Gostaria de agradecer ao Sakae por criar esse blog pra mim, porque eu sempre tenho preguiça de começar alguma coisa, principalmente se essa coisa me gerará mais trabalho. Um beijo seu malaco feio :*
Divirtam-se, né : (
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Tre(a)mores
Eu te respiro me,
ou me afogo em nós.
O que será isso,
senão o desenrolar da fugacidade,
envolta na mais sublime das maldades.
Arfar, arfar, arfar.
Nós me querendo te,
tu me chamando te.
Nós entrando-lhes.
Num realejo de volúpias,
rubras pérolas,
desenhadas em pernas e carne.
Aline Takaschima 1º Fase.
terça-feira, 6 de maio de 2008
Algo sobre as mulheres do século 21.
Tenho alguns anos e ainda tenho a sensação de que minha vida está quase acontecendo, que o início de todo o resto está a qualquer momento pra bater a minha porta, a chegar na calada da noite e dizer como vai ser tudo daqui pra frente. E, de fato chega.
O despertador toca. Pulo da cama, certa de que com meu charme, confiança e modéstia, o dia está ganho. Vamos Luiza, o dia apenas começou. Banho, escovar os dentes, ligar o som e escolher a roupa como que um ritual, maquiagem, cabelo, sapatos (altos, muito altos, por favor), bolsa, óculos escuros, chave do carro (aliás, que carro!), rua. Linda. Sei quem sou e pra onde vou. Segura de mim mesma, eu me basto.
Reunião as nove, programa indo ao ar as onze. Calma Luiza, você sabe que dá conta.
Ai meu Deus! Nove horas e eu aqui nesse trânsito! A diretoria vai me matar! Calma Luiza, você vai dar um jeito, sempre dá. Nove e vinte. Estacionamento e pausa para o batom em meio à correria. Triunfante e com secretárias enlouquecidas atrás de mim, adentro a sala da diretoria. Câmera lenta, sorriso estampado, perfume no ar. Lá se vai qualquer vestígio de reprovação, afinal, o que são vinte minutinhos perto da minha competência e produção? Conseguiu mais uma vez, parabéns. Mérito seu.
Diretoria embasbacada com meus projetos. Reunião foi um sucesso! Nossa, hoje eu realmente estou me superando.
Dez horas, falta pouco, celular toca. Fala Maria. Oi dona Luiza, só pra avisar que o Pedrinho já foi pra colégio e que hoje ele sai mais cedo. A senhora vai poder ‘pegar ele’? Pausa. Senhora? Meu Deus. Ta certo, sou mãe, mas, Senhora? Voltando... Ok Maria, eu pego ele. To entrando na maquiagem, o programa vai ao ar em meia hora. Ligo depois. Dez e meia, última checagem na redação. Onze horas: Bom dia. Está começando o jornal notícia...
Meio dia, convites para o almoço no meio do corredor. Luiza! Gostaria de conversar com você sobre... ou, Luiza, posso te convidar para um almoço? Sabe, eu queria uma opinião sua...
Três horas. Estacionamento, amarrar os cabelos, se despir de super mulher. Agora, não sou Dona Luiza ou Luiza Zeccer. Agora sou mãe. E lá está ele me esperando com aquele sorriso que me encanta. Pedrinho se despede dos coleguinhas e corre pra me dar um abraço. Dali iremos para casa, brincaremos de carrinho e prepararei um lanche da tarde. Nunca estive tão realizada. Nunca fui tão... Luiza. Ganho meu dia.
Luiza Zeccer Sarubi, 1ª fase Jornalismo.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Choremos!
Eis que distante dos holofotes da imprensa, porém, muito perto dos nossos olhos, alguns pobres miseráveis comem o pão que nem o diabo quis amassar. Ali, jogados pelos cantos eles vivem suas vidas da maneira que conseguem. Até o dia que não suportarem mais tudo aquilo. Aí, revoltados, roubam um carro e de forma irracional arrastam uma criança por 7km. Dane-se. Choremos pela criança. E obvio: pediremos para diminuir a idade penal.
Enquanto isso a televisão ganha audiência, os políticos, cobertura para esconder suas falcatruas e nós, motivos para nos revoltarmos. Talvez os super-salários dos nossos "representantes" no governo não sejam o bastante. Talvez a grande pizzaria que se tornou Brasília também não seja o bastante. Dane-se. E se quer iremos chorar pelo Brasil.
Jonathas Costa, 1ª fase
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Como se fosse a primeira vez...
Uma vida comum, tal qual a da maioria das pessoas. Luciano Pereira Xavier, 31 anos, é vigilante. Durante quase três meses trabalhou no cargo, em uma empresa terceirizada, na Unisul em Palhoça. Hoje é no bairro Kobrasol, em São José, que exerce a mesma atividade.

Tais situações mexem com a vida de qualquer pessoa e com Luciano não foi diferente. O longo período de recuperação, as inúmeras noites dormindo sentado por causa da fratura e a dor o fizeram tirar conclusões ruins quanto a sua vida naquele momento. Nessa época, uma tia da esposa do vigilante o presenteou com um livro.
- Eu nem gostava de ler. Mas, por algum motivo, comecei e não parei mais – comenta o filho de pescador.
O incipiente gosto pela leitura, aliado a uma velha paixão por música, inspirou o acidentado Luciano. A partir do ocorrido, ele começou a escrever poemas. Logo depois, veio a filha, Larissa, mais uma fonte de inspiração para o vigilante. Em seus planos estão aulas de música. Ele, que ganhou um violão, quer fazer os arranjos musicais de seus trabalhos. E pretende, em breve, apresentar uma de suas composições à banda Dazaranha, da qual é fã.
- Eu escrevo cantando – diz Luciano, que extrai de suas experiências de vida as palavras que compõem seus versos.
Durante a conversa, que durou aproximadamente 30 minutos – o repórter prometera que não passaria de 15 -, Luciano mostrou seu trabalho. Mesmo com a notícia ruim que trouxe consigo, a alegria no seu olhar estava sempre presente enquanto contava sua vida e recitava seus poemas. Alguns chegaram a ser publicados no jornal Hora de Santa Catarina. O talento do vigilante em seus poemas rendeu ainda uma prancha de surfe e outros prêmios oferecidos por uma rádio de Florianópolis.
O mar, o amor, a religiosidade, a filha e a Ilha de Santa Catarina sempre estão presentes nos trabalhos de Luciano. Agora, ele está trabalhando em um poema, dedicado à sua mãe, para concorrer a um prêmio oferecido por um programa de TV local. Com o talento do vigilante, as chances parecem ser bem grandes. Todavia, ele se mantém humilde.
- Às vezes, comparo meus primeiros poemas com os que estou escrevendo agora. Percebo que melhorei, mas ainda me acho um aprendiz. Com o apoio de alguns amigos, os quais já haviam reconhecido o talento dele, Luciano voltou a estudar. No final deste ano, o vigilante terminará o ensino médio. Em seguida, um de seus projetos maiores: os vestibulares, para Letras, na Ufsc, e Pedagogia, na USJ. Suas proezas com as palavras são reconhecidas na aula pelos professores. Há alguns dias, ele ganhou, de sua professora de Filosofia, um livro.
- Outro dia, minha professora de Português pediu para que eu lesse um de meus poemas na aula.
terça-feira, 29 de abril de 2008
Antunes
Clarões de idéias, pensamentos que fluíam, um ir e vir na imaginação de Antunes. Antunes não era um cara qualquer. Era o cara das idéias. Suas idéias absurdas mexiam com o imaginário desse pobre homem. Pobre sim. Pobre de vida! E rico em idéias! Poderia muito bem pô-las em prática. Porém não sabia como seria possível esse feito. Pois eram tantas e tão desconexas, que juntar todas levaria muito tempo e trabalho. E tempo para Antunes era precioso. Tempo que ficava a vagar para juntar suas idéias era tempo de trabalho. E seu trabalho era muito pesado, não disporia de horas extras para fazer esse tal feito. Seu trabalho era o ócio, que o levava a pensar. Uma coisa puxava a outra e lá estava Antunes outra vez em sua rede, em seu barquinho de pau caindo aos pedaços. Não pescava como outrora, sequer levantava de seu canto para mijar. Vivia assim. Deitado em seu barco, pensando. Os outros antigos colegas que se aproximavam, perguntavam com ar curioso o que Antunes estava fazendo ali, parado em sua rede, cabisbaixo olhando o horizonte. Ele dizia calmo, plácido que estava a pensar. E os outros saíam a pescar seu almoço, quem sabe beber umas cachaças com os outros colegas de oficio. Saiam mudos matutando consigo mesmo o que diabos Antunes tanto pensava. Antunes pensava resoluto em suas idéias, se fosse alfabetizado como deveria nos tempos de criança poria todas essas coisas que ficam dentro da cabeça pra fora. Toda essas coisas que faz os dias e noites e dias e noites serem como são. Antunes mais parecia um vegetal, mal comia e dormia pouco. Ficava assim, estatelado na rede pensando, pensando e pensando. Suas idéias eram como pequenos pedaços de vidro, se juntassem formaria um lindo mosaico de cores e formas diferentes. Porém, o mosaico nunca ficaria pronto. Remoendo e modelando o cérebro desse humilde homem, suas idéias mais pareciam clarões que a qualquer momento iam se desvanecendo como grandes nevoeiros, que aparecem para causar tormenta. Ah! Se tivesse freqüentado escola como muitos outros espalhados por ai. Poderia ter feito o que quisesse! Agora, suas idéias já estariam no papel. Todas elas. Com aquelas letrinhas miúdas que somente “dotô sabido das idéia” sabem fazer! Não tinha família. Os pais morreram cedo. Morte morrida com alguns revertérios no estômago. O único amor que sobrara era o de Mariazinha, moça bonita e respeitosa que conheceu nos tempos de moço. Era a mulher da sua vida. Pena que ele não era o homem da vida dela. Mariazinha casou com um outro qualquer e Antunes continuou ali, sozinho e pensativo. Resoluto em seus pensamentos. Antunes desde muito cedo aprendera o ofício de pescador com o tio, Seu José Ninguém aquele da casinha de madeira ali embaixo. Enquanto os “futuros dotô” iam aprender o bê-á-bá, a tabuada e o caralho a quatro, Antunes aprendia a jogar aquela rede com seus imensos quadriculados feitos a mão, esperando resignado os peixes que estavam por vir. Quando guri ficava feliz com a idéia de ser pequeno, mirradinho e já poder ir atrás de comida pra ajudar seu tio e encher a barriga cheia de vermes. Algumas vezes ia a outros bairros trocar os peixes por um punhado de farinha e feijão. Porém, nada tirava da cabeça dele que queria estudar e aprender, aprender e estudar, estudar e... “vira dotô”. “Diacho de vida! Se ao menus entendesse um pouco desses símbulu miúdu de dotô feito na vida já ia intê tê inscrito umas história que fica aqui matutando a cabeça da genti. Imangina botá aquelas capa dura, fineza nos último naquelis tar livru que exinste, não têm?”
Antunes, a cachaça, a rede, seu barquinho de pau e algumas mulheres. Antunes e o barquinho. Antunes e a cachaça. Antunes e as mulheres. Agora era só Antunes, a rede e as idéias. Antunes era seu nome. Antunes, com calça esfarrapada, suja e cheirando a peixe. Antunes, alguns dentes e sem carteira de identidade. Antunes, analfabeto com trinta e dois anos. Antunes com um turbilhão de idéias, caóticas e desconexas.
Antunes, pobre Antunes.
Aline Takaschima 1º Fase.
Trabalho para Prof. Josefina
A Professora Josefina, de Leitura e Produção Textual, pediu aos alunos da primeira fase de jornalismo que escolhessem uma reportagem para fazer um comentário sobre a mesma. Infelizmente, na hora de recortar a reportagem, acabei perdendo a fonte. Mas na introdução do trabalho falo um pouco sobre ela. Leiam e façam seus comentários.
Ao analisar a reportagem sobre a ofensiva do MST (Movimento dos Sem-Terra) e do MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens) à privatização da Usina Hidrelétrica Sérgio Mota, podemos concluir que o dinheiro dos impostos, que saem dos nossos bolsos, passam rapidamente pelos cofres públicos e vão direto para o bolso dos políticos os quais nós colocamos no lugar em que estão.Movimentos como esse, aparentemente organizado e com um número representativo de manifestantes, mostram que o brasileiro não está alienado aos acontecimentos, às notícias. É claro que uma usina em que foi gasto R$ 9 bilhões não podem ser “doadas” a empresas privadas, ou seja, vendidas por um preço insignificante. Então, a solução é fazer valer nossa insatisfação com o acontecimento, assim como o MAB e o MST fizeram, mostrando que a força está na união.
Se a cada insatisfação com a atuação de nossos políticos um grupo, mesmo que seleto, fosse mobilizado para contestar e mostrar o que está errado, com toda a certeza o Brasil seria um país realmente em desenvolvimento. Além da “não-alienação”, falta para os brasileiros ação. Essa deve ser feita no sentido de não apenas discutir entre família e amigos os acontecimentos e as insatisfações, e sim fazer isso passar de idéia para ação. Pode ser essa a solução para que movimentos como o da reportagem em questão entrem em extinção, junto com um voto consciente.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Começando..
Fui encarregado de produzir um texto sobre maus jornalistas para a cadeira de"Técnicas de Reportagem" e saiu isso ai. A Prof. Marta aprovou :]
- Não confie em mim – é o que todo cara que trabalha no jornal deveria dizer.
Mas se você se recusar a lhe obedecer? Se bater o pé no chão e disser com orgulho: eu confio em você; eu irei lhe dar de presente toda a área do meu cérebro destinado ao conhecimento; eu irei aceitar toda notícia pré-fabricada devido a sua escassez de tempo; gastarei todo meu tempo de leitura na sua coluna diária que reflete os pensamentos do seu patrão, apesar de que, às vezes, infelizmente, as opiniões lá registradas forem realmente suas; contentarei-me com as suas notas de cinco linhas sobre assuntos que mereçam no mínimo uma dissertação de mestrado.
Nunca reclamarei dos seus equívocos, afinal "águas passadas não movem moinhos", seja lá o que for que isto quer dizer. Procurar uma segunda opinião sobre o assunto que você comentou? Jamais! Quem melhor pra falar sobre aquele político do que você que é tão próximo dele, a ponto de ter sido escolhido como seu padrinho de casamento?
Já comprei o CD da banda que você enalteceu ontem, afinal, temos que fazer jus ao jabá que lhe foi presenteado. Aliás, estou indo comprar a camiseta daquele time que você garante que vai ganhar o campeonato, só não lembro o número do cara que você considerou “o astro da partida”.
- Mas meu senhor, eu só sou responsável pelas cruzadinhas - explica o sujeito.
Ai pela primeira vez você reflete sobre alguma coisa do jornal e dispara: